sábado, 18 de julho de 2009

mq

Não passava das 23 horas, estava estonteante. Chovia, não fazia tanto frio assim, eu estava apenas continuando com o meu trabalho, quando dentro de uma condição você deixou passar aquilo que eu havia lhe proposto, fugiu às regras, intolerável. Não seria por clemência alguma que pela nobreza da tua simplicidade, dentro de um ato de sinceridade mostrou dentro uma lágrima um passado nebuloso. Que pena, senti ao te ver não implorar pelo que de fato já não seria mais teu se não pela minha presença perturbadora. Deixei que pudesse se aquecer nas pegadas de meus passos, até que por hora precisei ir embora, mas para que fique bem claro, a nossa história não tão logo acabara.

tua capacidade é exatamente proporcional a necessidade da realização.

1 comentários:

Anônimo disse...

Se você tá apaixoado não sei. Mas que eu me apaixonei pelo texto isso pode apostar. (: