enfim chegou o fim, desperta ao horário de se ir.
seria interessante se tivesse mais segundos aos minutos,
me faltou tempo, oportunidades de provar talvez.
teria outro fim, talvez, se fosse por outro começo,
quanta anormalidade para normais, normais?
seria o exato nós, do nosso contexto criativo.
agora aqui estou a pensar, o que dizer,
pinto, canto e desisto.
não seria com outros dialetos se não sorrisos,
para escrever o início desse traço de conversa.
acontece assim, sem aviso nen contexto,
voa, insinua e marca.
marca, deixou quando se foi a alegria do pobre,
de alguém que fica falecido sem aquele lindo você.
me sinto outro, talvez agora em dois, particionado
metade nada metade você.
a outra parte ficou, lá de onde viesse,
lá por onde que sempre ficou à falta,
esperando pelo completar do ser você,
aqui entre eu, entre nós.
-
na dúvida de ser quem deveria eu ser,
vou me unir à parte que me faltava pelo ontem,
assim como seria metade de mim, o nada.
não te provo e não te oferto, nada além
de ser a você, aquele que sempre duvidasse ter.
talvez pelo improvavel tu acordou de ti e percebeu,
que logo ali estava, o teu pedaço de carência.
não te digo que és, mas que poderia ser,
assim como escolhes o significado do duvidoso,
quando de sentimentos meus,
lê em palavras que digo, soando pelos tatos.
te olha agora e te imagina, se és alguém
que tem o teu sonhado nas mãos,
ou se é alguém que acreditas um dia,
ser feliz com aquele que não te podes,
assim como ter aquele diferente,
do que sempre quisera.
(fiz, não li, se tiver erros outra hora eu corrijo.)
domingo, 9 de novembro de 2008
seu eu, em meu teu.
Escrito por ed às 11/09/2008 03:45:00 AM
Marcadores: ahn
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1 comentários:
Owwn, que bunitchénho. Complexo, não são soh os meus pensamentos huashuash O.O' gostay
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